Seu patrimônio não precisa ter a mesma nacionalidade dos seus riscos.
Você diversifica setor, prazo e classe de ativo. Mas se tudo está em reais, a aposta é uma só: a de que o Brasil vai dar certo todos os anos, para sempre.
Ter tudo em reais também é uma decisão.
Manter tudo em uma única moeda é uma posição concentrada, só que invisível, porque é a moeda em que você faz as contas.
Veja o que a travessia teria feito com o seu dinheiro.
Duas contas que quase ninguém faz. Uma olha para trás. A outra, para hoje.
Calculadora da travessia
Diferença nominal decorrente da variação cambial entre o ano selecionado e a cotação de referência atual. A simulação não considera inflação, rendimento dos ativos, impostos, custos de conversão ou taxas.
Termômetro de exposição
Proteger patrimônio além da fronteira é um ofício de seis séculos.
Casa brasileira, criada em 2026. O ofício que ela exerce foi inventado seis séculos atrás, nas casas italianas que ergueram as primeiras finanças internacionais.
O florim, o dólar da época
A moeda em que a Europa inteira confiava para guardar riqueza. Quem protegia patrimônio guardava na moeda forte do seu tempo.
Florença inventa o banco internacional
A casa bancária dos Medici abre filiais em cinco países. Nascem a carta de crédito e a ideia de que patrimônio pode circular entre fronteiras.
As letras da Basílica de Santa Croce
Hermann Zapf desenha a Optima dentro de uma igreja em Florença, inspirado nas lápides do piso. É a tipografia que assina esta casa.
A Bravelli Global
A mesma tradição, com missão brasileira: proteger patrimônio na moeda forte do nosso tempo. A referência italiana é homenagem declarada, não fantasia.
Quatro caminhos para o seu patrimônio sair da fronteira.
A estrutura certa depende do seu momento e do que esse dinheiro precisa fazer em dez anos.
Conta e investimentos no exterior
Recursos custodiados fora do país, em dólar. A porta de entrada mais direta para outra jurisdição.
Seguros internacionais
Acumulação em dólar e proteção familiar, com regra própria de sucessão. Para quem pensa em geração, não em trimestre.
Ativos alternativos
Private equity, crédito e imobiliário fora do Brasil. Horizonte longo e retorno fora do ciclo brasileiro.
Planejamento patrimonial e sucessório
Como os ativos são detidos e quem sucede. É o que transforma investimento em patrimônio.
Do câmbio à sucessão,
a casa cobre as três etapas.
Do real que sai daqui à estrutura que atravessa gerações. Três estágios, cinco instituições, contrato próprio em cada uma.
Câmbio e rails
Duas rotas de saída: câmbio bancário tradicional e rails de stablecoin, com taxa e rastreabilidade definidas.
Conta e alocação
O patrimônio passa a viver em outra jurisdição, com prateleira global. Conta de aporte anual ou de aporte único.
Aposentadoria e sucessão
Plano americano com seguro de vida embutido, acumulação em dólar e regra própria de sucessão.
Quem opera só uma etapa depende de terceiros nas outras duas.
Quase nunca é falta de dinheiro. É falta de resposta.
As cinco dúvidas que aparecem em toda primeira conversa, respondidas sem rodeio.
Sim. Residentes brasileiros podem manter recursos e investimentos no exterior, desde que declarados às autoridades competentes: Receita Federal e, acima de determinados valores, Banco Central. O que existe é dever de declaração e de recolhimento de tributos, não proibição. A Bravelli Global estrutura a operação de forma transparente e trabalha ao lado do seu contador.
Não. Existem estruturas que começam com aportes mensais na casa de centenas de dólares e outras que exigem patrimônio relevante. O erro comum é o oposto: esperar ficar rico em reais para só então dolarizar, o que costuma significar atravessar justamente depois que o câmbio já correu.
Depende inteiramente da estrutura escolhida, e essa é uma das primeiras coisas que definimos junto. Há alternativas com liquidez em poucos dias e outras pensadas para uma década. A regra da casa é simples: você precisa saber, antes de assinar, quanto tempo cada real vai ficar fora do seu alcance.
Essa frase é dita no Brasil, sem interrupção, desde 1994, e foi repetida em cada degrau da escada. Ninguém sabe o câmbio de amanhã, e quem promete saber deveria acender um alerta. Diversificar moeda serve para deixar de depender de um único cenário, não para acertar o momento exato. Por isso a maioria das travessias é feita em parcelas ao longo do tempo, não em um único dia.
Você pode, e para valores pequenos costuma fazer sentido. A diferença aparece quando entram tributação, sucessão, câmbio, declaração e a escolha entre estruturas com regras distintas. O custo de um erro nessa camada é maior que o custo de fazer acompanhado, e é exatamente aí que uma casa se justifica.
A travessia do seu patrimônio começa por uma conversa.
Sem apresentação de produto. Primeiro onde o seu patrimônio está e o que ele precisa fazer. Só então falamos de estrutura.
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